segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Contato Extraterrestre

De tempos em tempos surgem relatos de estranhas luzes nos céus da América Latina. De que se tratam? Seriam naves vindas de galáxias distantes? O que se esconde por trás de cada um destes casos? Neste novo especial apresentado por History, testemunhas, ufólogos, cientistas, pilotos, astrônomos, físicos, controladores de voo e antropólogos vão em busca de uma resposta. Com investigações no México, Colômbia, Peru, Brasil, Uruguai e Argentina, além de arquivos confidenciais desclassificados e centenas de horas de material gravado por testemunhas, este programa vai apresentar as diferentes visões sobre os casos de relatos de OVNIs de maior repercussão da história da América Latina.

sábado, 3 de novembro de 2012

Alinhamento planetário com as pirâmides de Gizé


As pirâmides do Egito se encontram exatamente da mesma forma em que três dos planetas de nossa galáxia estarão alinhados para 2012.
Ao se observar as pirâmides por cima, casualmente veremos como ficam alinhadas exatamente da mesma forma em que estarão Saturno, Vênus e Mercúrio em 2012


Isto acontecerá em 3/12/12, 18 dias antes do famoso e popular 21/12/12. O alinhamento planetário em 3 de dezembro de 2012 com as pirâmides de Gizé, ocorre somente a cada 2.737 anos.


Fonte: Caminho Alternativo 

quinta-feira, 5 de julho de 2012

CERN anuncia descoberta do que pode ser a "Partícula Deus"

Após anos de espera, imprevistos, problemas técnicos e muito suor, os físicos do LHC (Grande Colisor de Hádrons), maior acelerador de partículas do mundo, anunciaram a descoberta de uma nova partícula. E eles acreditam que seja o famoso bóson de Higgs.

Caso isso seja confirmado, será o coroamento da teoria científica mais bem-sucedida de todos os tempos --o chamado Modelo Padrão, que explica como se comportam todos os componentes e forças existentes na natureza, salvo a gravidade (explicada pela relatividade geral).
Contudo, cabe atenção para a formulação cuidadosa das afirmações dos pesquisadores.
Em seu último relatório, no fim do ano passado, eles já sugeriam ter encontrado algo, mas não descartavam um alarme falso. Agora, eles já cravam categoricamente a existência da nova partícula. Só não admitem com todas as letras que se trata da almejada "partícula Deus".
O físico escocês Peter Higgs, que propôs um mecanismo de como as partículas adquirem sua massa

"Apesar de os eventos [de colisões de partículas no acelerador] sugerirem que estejamos diante do bóson de Higgs, a confirmação de que se trata realmente da partícula predita requer mais medidas comparativas", afirma Sérgio Novaes, físico da Unesp (Universidade Estadual Paulista) e membro da Colaboração CMS, um dos dois experimentos do LHC que servem de base para o anúncio.

Ossos do ofício, num esforço que envolve análise de dados de milhões de colisões de partículas para que, estatisticamente, seja possível chegar a alguma conclusão definitiva.

De toda forma, o novo achado dá toda pinta de que se trata mesmo do almejado bóson.

O anúncio da descoberta foi feito num evento realizado às 4h (de Brasília) desta quarta-feira, transmitido ao vivo pela internet da sede do Cern (Organização Europeia para Pesquisa Nuclear), em Genebra, Suíça, para a abertura da 36ª Conferência Internacional em Física de Altas Energias, em Melbourne, Austrália.

Dirigindo-se aos cientistas reunidos no auditório, o diretor-geral do Cern, Rolf-Dieter Heuer, fez uma pergunta: "Como leigo, eu diria que eu acho que conseguimos. Vocês concordam?". Uma ovação respondeu que sim.

Entre os convidados no auditório estava ninguém menos que o escocês Peter Higgs, 83 anos, físico que propôs (simultaneamente a outros) na década de 1960 um mecanismo de como as partículas adquirem sua massa e, com isso, emprestou seu nome ao famoso bóson.

Claramente emocionado, com os olhos marejados, Higgs disse aos colegas: "É incrível que isso tenha acontecido durante a minha vida". Higgs reconheceu o mérito do LHC, um acelerador de partículas de 27 quilômetros, construído de forma circular e subterrânea na região da fronteira franco-suíça.
Em nota, o cientista acrescentou: "Nunca esperei que isso fosse acontecer na minha vida, e devo pedir à minha família para colocar champanhe na geladeira."

SEM ERRO

Os cientistas descartam a essa altura que alguma flutuação estatística seja responsável pelo achado.

A probabilidade de não ser uma nova partícula, e sim algum engano, é de menos de 1 em 1,7 milhão. Cometer um erro desses é tão improvável quanto ganhar na loteria.

Ainda mais porque o resultado é confirmado pela combinação de dois experimentos do LHC Atlas e CMS e está alinhado com os dados obtidos pelo Fermilab, nos Estados Unidos, com seu antigo acelerador Tevatron, hoje desativado.

CONCORRÊNCIA

Na segunda-feira, os americanos chegaram a divulgar suas últimas análises dos velhos dados, que mostravam a indicação de uma partícula com as características do bóson de Higgs e uma energia entre 115 e 135 giga-elétronvolts (GeV), com 90% de confiança.

Entretanto, ainda estava longe do grau de exigência da comunidade para tratar o resultado como uma descoberta.

Somente agora, com os resultados do LHC é possível cravar a existência da nova partícula, com energia de 125 GeV.

FIM OU RECOMEÇO?

A descoberta do Higgs há anos é apresentada como a principal motivação para a construção do LHC. Agora que a partícula provavelmente foi encontrada, pode ficar para o público uma sensação de vazio. Mas o sentimento não é compartilhado pelos físicos.

"Em primeiro lugar, há um equívoco em associar o LHC só ao bóson de Higgs", afirma Ronald Shellard, físico de partículas do CBPF (Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas) e vice-presidente da SBF (Sociedade Brasileira de Física).

"Todos concordamos que o bóson de Higgs não vale US$ 10 bilhões. Essa máquina, o LHC, foi concebida para explorar o Universo além do Modelo Padrão. A descoberta do Higgs coroa o maior feito intelectual da história da humanidade até agora, uma teoria que explica uma infinidade de fenômenos naturais", disse. "Mas, para o LHC, ela é apenas o começo."

O que é o bóson de Higgs?

domingo, 1 de julho de 2012

Explosão solar evapora atmosfera de planeta distante

Uma equipe internacional de astrônomos conseguiu detectar mudanças impressionantes na atmosfera de um planeta por causa de tempestades solares. O telescópio espacial Hubble captou a evaporação da atmosfera do planeta HD 189733b que está muito próximo de sua estrela. O planeta, situado a cerca de 60 anos luz de distância da Terra, recebeu um brilho tão intenso de sua estrela que perdeu pelo menos mil toneladas de gás por segundo.
"O evento captado pelo Hubble e pelo Swift nos deu uma visão sem precedentes da interação entre as labaredas produzidas por uma estrela e a atmosfera de um planeta gigante," disse Alain Lecavelier do Instituto de Astrofísica de Paris e que liderou o estudo. Os cientistas observaram a atmosfera do planeta HD 189733b, similar a Júpiter, que orbita ao redor da estrela HD 189733A, em dois momentos diferentes, no início de 2010 e no final de 2011.

O planeta HD 189733b está a cerca de cinco milhões de quilômetros de sua estrela HD 189733A, uma distância 30 vezes menor do que da Terra ao Sol. Tamanha proximidade fez com que o planeta tenha sido aquecido até superar os mil graus, embora esse calor não chegue a ser suficiente para provocar a evaporação de sua atmosfera.

"A primeira série de observações foi realmente decepcionante, pois não mostravam rastro algum da atmosfera do planeta. Só nos demos conta que tínhamos casualmente captado algo mais interessante durante a segunda sessão de observações", explicou Lecavelier.

Neste momento, a estrela do distante planeta apresentava uma radiação de raios X que quadruplicava sua luminosidade. "Não só confirmamos que algumas atmosferas de planetas se evaporam, mas observamos como variaram as condições físicas da evaporação com a passagem do tempo. Ninguém tinha conseguido isso até então", ressaltou.

Os cientistas calculam que o exoplaneta recebeu uma radiação de raios X três milhões de vezes superior a que a Terra recebe do Sol. "Foi o brilho de raios X da HD 189733A mais brilhante já observado até agora e parece muito possível que o impacto do calor sobre o planeta possa ter provocado a evaporação observada horas mais tarde através do Hubble", explicou Peter Wheatley, da Universidade britânica de Warwick.

Este estudo, cujas conclusões serão publicadas no próximo número da revista "Astronomy & Astrophysics", tem importância não só para a análise dos planetas similares a Júpiter. Os cientistas pensam que as "super-Terras" rochosas descobertas recentemente poderiam ser restos de planetas como HD 189733b depois da evaporação total de suas atmosferas.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Tempestade solar atingirá a Terra

Uma tempestade geomagnética irá atingir a Terra até quarta-feira (25). O Centro de Previsão Meteorológica Espacial dos Estados Unidos considera a tempestade a mais forte desde 2005. Ela pode afetar rotas aéreas, redes de energia e satélites.
Uma grande parte da atmosfera do Sol foi lançada em direção à Terra no domingo, após uma erupção perto do centro do Sol. Por isso, segundo a NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica), a tempestade projetará partículas de prótons para a Terra.

Essa ejeção de massa coronal conduz partículas solares energizadas a cerca de 200 km/s. Portanto, cerca de cinco vezes mais rápido do que a velocidade comumente atingida por partículas solares.

A intensidade da tempestade será entre moderada ou forte. Logo, dentro do nível três de uma escala de cinco níveis, sendo o cinco o mais extremo.

Terry Onsager, do Centro de Previsão Meteorológica Espacial, quando essa tempestade atingir a Terra, será como um grande aríete (antiga máquina de guerra), o qual empurra o campo magnético do planeta.

A energia liberada na tempestade também pode interferir em comunicações de alta frequência de rádio, usadas por empresas aéreas de navegação em regiões próximas ao Polo Norte, em voos entre a América do Norte, Europa e Ásia. Onsager alerta que algumas rotas precisarão ser mudadas.

A tempestade também pode afetar redes de energia e operações por satélite. Além disso, astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional serão aconselhados a buscar abrigo em partes específicas da nave para evitar uma dose solar reforçada de radiação, segundo Onsager.

O Sol tem ciclos de atividade de aproximadamente 11 anos, com períodos mais intensos. O pico de atividade do ciclo atual do Sol está previsto apenas para 2013.

- Info

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Milhares de pássaros caíram do céu na cidade de Beebee, Arkansas (EUA) - Novamente!

Milhares de pássaros caíram do céu na cidade de Beebee, estado de Arkansas em Véspera de Ano Novo, exatamente um ano após incidente similar ter ocorrido na mesma cidade.
Apesar das primeiras estimativas falarem que dezenas de pássaros morreram, novo levantamento confirmou a morte de milhares deles.
Apesar dos cientistas alegarem que os fogos de artifício poderiam ter causado o incidente, não há certeza de esta tenha mesmo sido a causa, afinal, fogos de artifício são usados no mundo todo e nunca antes causaram a morte de pássaros nesta escala.

Um outro mistério é o fato de que as aves estavam voando no meio da noite, pois “estes tipos de pássaros não estão adaptados para ver à noite como corujas; assim que saem de suas varas durante a noite eles estão cegos à noite…”, disse o Dr. Kevin McGowan, um ornitólogo da Universidade de Cornell.
Também foram pensadas nas possibilidades de uma tempestade de granizo ou relâmpagos enormes terem atingido os pássaros, mas o céu estava limpo na noite do ocorrido. Vale notar que no final do vídeo abaixo, uma imagem de radar meteorológico é mostrada, a qual captou os milhares de pássaros alçando vôo à noite antes de caírem para suas mortes.

Veja um dos muitos vídeos postados na Internet sobre este evento:


Fonte: ovnihoje.com